Durante a XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, realizada entre os dias 18 e 21 de maio de 2026, os prefeitos da região missioneira e a Associação dos Municípios das Missões (AMM) participaram de importantes encontros com a Bancada Gaúcha no Congresso Nacional, fortalecendo a articulação política em defesa dos interesses dos municípios do Rio Grande do Sul.
Durante a XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, realizada entre os dias 18 e 21 de maio de 2026, os prefeitos da região missioneira e a Associação dos Municípios das Missões (AMM) participaram de importantes encontros com a Bancada Gaúcha no Congresso Nacional, fortalecendo a articulação política em defesa dos interesses dos municípios do Rio Grande do Sul.
A agenda reuniu gestores municipais de diversas regiões do Estado com deputados federais e senadores gaúchos, em um espaço de diálogo voltado à construção de soluções para desafios que impactam diretamente as administrações municipais. Entre os principais temas debatidos estiveram o enfrentamento das chamadas “pautas-bomba”, os impactos do reajuste do piso do magistério, o crescimento das despesas com folha de pagamento, a necessidade de correção dos valores dos programas federais e outras reivindicações municipalistas.
Representando a região das Missões, os prefeitos reforçaram as demandas locais e destacaram a importância de ampliar o apoio da Bancada Gaúcha às pautas que garantem mais recursos, autonomia e condições de investimento para os municípios. A participação da AMM foi fundamental para fortalecer a atuação conjunta dos gestores, consolidando a representatividade regional junto aos parlamentares.
O encontro também evidenciou a união do movimento municipalista gaúcho, liderado pela Famurs em parceria com a Confederação Nacional de Municípios (CNM), na busca por soluções que assegurem equilíbrio financeiro às prefeituras e melhores condições para a prestação dos serviços públicos à população.
Para a AMM, a aproximação permanente com a Bancada Gaúcha é estratégica para garantir que as demandas das Missões sejam ouvidas e consideradas nas decisões que impactam diretamente o desenvolvimento dos municípios e a qualidade de vida da população regional.